29 maio, 2014

Recital de Música Indiana


No sábado (17/05), na Feira de Cultura Integrativa – Unindo Caminhos, promovido pela Fundação Cultural e Filantrópica Léa Pentagna em Valença/RJ, três excelentes representantes da cultura indiana: Sílvia Haaz Brasil, Nitai Pada Kamala das e Jean-Christophe Aveline Paramatma apresentaram para os
presentes um repertório repleto de músicas do Rajastão, do Paquistão e Ragas instrumentais do Norte da Índia como o Raga Patdeep com Nitai na Tabla, Silvia no Santoor e Jean-Christophe na Bansuri. As letras das músicas são em sânscrito e geralmente se relacionam com os deuses das religiões hindus.


 Recital de Música Indiana na Fundação Cultural
e Filantrópica Léa Pentagna
com os músicos Sílvia Haaz Brasil (Santoor e Bansuri),
Nitai Pada Kamala das (República Theca)
no Bansuri, Tabla, Harmônio e Canto
e Jean-Christophe Aveline Paramatma (Bansuri e Tabla).

 
Nitai, Sílvia Brasil, Pinheiro e Jean-Christophe
Jean-Christophe que estava na Índia quando recebeu o convite para a apresentação, falou um pouco da noite: “Das várias músicas que a gente cantou, cantamos duas músicas para o senhor Kisrna e uma letra falando de unificação religiosa (o mesmo deus atrás de cada religião). Isso é um termo importante na Índia onde existem certas tensões entre muçulmanos e hindus”.

Jean-Christophe Aveline Paramatma
Nitai, dias depois me pergunta sobre a apresentação: "O que você achou do que eu disse?" Preocupado que sua colocação pudesse soar com um tom de crítica, o que não era sua intenção. Respondendo agora, digo: "Achei extremamente pertinente ao tema e infelizmente nem todos puderam entender o que você dizia e isso retrata exatamente o que você estava falando, até para ouvir os outros, as pessoas têm dificuldades".


Nitai Pada Kamala das
Um detalhe que Nitai me atentou no texto da entrevista que fiz para o PORTAL VALENÇA - RJ é sobre o Harmônio, que se refere a origem do modelo tocado por ele na apresentação. O modelo tocado por Nitai já é a adaptação indiana do mesmo onde não se pedala mais com pé, o folhe está acionado só com uma mão, sendo que a outra fica livre para correr pelas teclas. Diferente do Harmônio original, o qual se toca com as duas mãos, igual ao piano, graças ao folhe que está sendo acionado pelos pés. Harmônio indiano é naturalmente muito mais portátil.

Para ler mais sobre a apresentação visite: Portal Valença RJ - Recital de Música na Casa Léa Pentagna




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