23 abril, 2011

De Avegend Sevenfold a Celebrare, passando por TBB e Celeiro

 Texto de Márcio Manhães

Mestre Pinheiro pediu uma matéria sobre o Show que fui no dia 02 de abril junto com meu filho Renan. Estava eu carente de Rock'n Roll ao vivo, já há algum tempo, desde os festejos de momo e as férias da galera das bandas.
Avenged Sevenfold (Foto: Márcio Manhães)

Assim que vi a fila, ao chegar ao Citibank Hall caiu a ficha e meu sorriso se abriu de uma forma que as pessoas ao meu redor achavam que eu só poderia ser louco (risos), e o sorriso se abriu mais ainda quando descobri que não precisaríamos enfrentar aquela fila: quando forem ao Citibank Hall comprem ingresso pela internet usando: o Show Pass da Mastercard, com a entrada exclusiva sem filas, bom demais.

Emocionei-me com aquela multidão vestida de preto; eram os "avengers”. Que uma vez ou outra faziam coro, por alguns segundos: “Sevenfold, Sevenfold, Sevenfold…”, mesmo não sendo fã de carteirinha. Mas despertava curiosidade de saber qual era a dessa Banda que toca um estilo que é uma fusão do Hardcore e Heavy Metal, o Metalcore.


O Local do Show: perfeito. O Som: de primeira. Então às 22h em ponto o novo baterista, Arin Ilejay, ex-Confide foi o primeiro a entrar no palco, um cara magrinho, com uma disposição tremenda. Logo ouvimos a introdução de "Nightmare" (parecia o toque de uma caixinha de música) não demorou muito para Synyster Gates e Zacky Vengeance esmerilharem suas Guitarras e junto com Johnny Chris (baixo) e a voz possante de M. Shadows (que garganta que o cara tem). Fizeram 6.500 pessoas formarem o que parecia uma gigantestica Roda Punk. Eu acho que eu me desloquei uns 6 a 10 metros do local de onde estava no começo do Show.

O Syn não parava com as palhaçadas, mexendo com o Johnny, estirando língua e dando olhadas entranhas para o Zacky. Após cada música deles como "Critical Acclaim" e "Welcome to the Family" o clima era cada vez melhor e a galera sempre pedia "A Little Piece of Heaven", mas nunca mais a tocaram depois da Morte de The Rev (O baterista da formação Original) em 28 de dezembro de 2009.

Para finalizar o show,tocaram "Save Me". Embora eu tivesse preferência por "A Little Piece", gostei muito de "Save Me". Syn tocou com perfeição os incríveis riffs dessa música. Acabou "Save Me" e infelizmente também acabou o show. E após 1h45m de Som na veia,fomos embora “felizes”.

The Black Bullets
Retornamos a Valença no dia seguinte recarregados de Rock’n Roll, e mais felizes ficamos com a notícia que as Bandas tinham retornado de suas férias, rsrsrrss...

"The Black Bullets" já tinha programação: a inauguração do Bar da Filial no dia 14/05 e fui conferir a apresentação que foi boa como sempre.
Executando os Clássicos do Rock de maneira impecável, pelo menos aos ouvidos desse que vos fala. Buiú, João, Rominho, Fred e Felipe mostraram que o descanso foi bom e deram o recado: “estamos de volta”.

O Celeiro das Rochas (Foto: Vandré Fraga)
No sábado fomos prestigiar "O Celeiro das Rochas" no Vitinho. Olha, quem não foi perdeu um dos melhores shows que já rolou por lá, Rafael e Igor se entendendo muito bem com as guitarras, Daniel firme como sempre com suas viradas características e Mário, simples mas objetivo e ainda fazendo Backing Vocal. A apresentação das músicas com aquela marca registrada do jeito "Celeiro" de tocar cover, mas não necessariamente como a original, e mais as ótimas músicas de autoria da Banda que fecharam um repertório bem escolhido para a ocasião.

Ufa! Que bom, o Rock’ n Roll voltou!

Ah! Já ia me esquecendo. “A Banda Celebrare” matou também a vontade do público Valenciano carente de bons espetáculos deste estilo. Em uma noite de muita alegria e descontração a Banda deu seu recado executando sucessos dos anos 70, 80 e 90. E as pessoas normais mostraram que não são só os Roqueiros (que também marcaram sua presença) que gostam de som de qualidade, e aproveitaram muito bem o espetáculo.

Abraço, galera.
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